O Célio Gomes reportou em seu blog uma situação inusitada no porto de Maceió:
17h45 - Boa parte dos turistas que desembarcou hoje em Maceió, pelo porto da capital, já chegou esculhambando nossa cidade. Com razão.
O motivo dos xingamentos ao paraíso das águas foi a desorganização com taxistas e ônibus. Quando descem do navios, os turistas já encontram uma fila de táxis para passeios pelos destinos mais procurados. Acontece que, ainda no navio, muitos viajantes acertam o passeio por terra de ônibus – e esses estão à espera lá no porto também.
Aí, os taxistas resolveram se revoltar com a perda de clientes para os ônibus previamente acertados por agentes de turismo. Os motoristas e seus táxis bloquearam a saída dos ônibus.
Foi aquela gritaria. “Isso só acontece aqui. Um absurdo”, berravam aqueles que vieram se divertir em Maceió. Sobrou até para jornalistas que cobriam o fato. Muitos turistas desceram dos ônibus e deixaram o porto caminhando, em direção às praias mais próximas.
Bem, de quem é a responsabilidade por essa lambança turística? Tem pra todo mundo: as secretarias municipal e estadual, claro, e a direção do porto. Não é possível que as autoridades permitam que esse tipo de recepção continue a “fomentar” um dos segmentos da economia alagoana. O que se viu no episódio foi uma mistura de amadorismo e irresponsabilidade daqueles que deveriam organizar as coisas.
Esse burburinho todo acontece a cerca de 100 metros aqui da delegacia da Receita Federal e afirmo: é impressionante a quantidade de navios que chega aqui em Maceió com turistas, e mais impressionante ainda é a fila de taxistas na entrada do porto, atrapalhando o trânsito.
E piora: em certos, dias o batalhão de trânsito da Polícia Militar resolve fazer blitz alguns metros depois. Vira o caos.
Certas coisas aqui em Alagoas são tão desorganizadas que fico com a sensação de que nós fazemos questão de que seja assim.
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